sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Oficina X - TP5 - Unidades 19 e 20

Data: 24/ 10/ 2009
Local: Escola Estadual Sólon Moura

Atividades: Sessão Presencial (TP5)

TP5– Unidade 19: Coesão textual
TP5– Unidade 20: Relações lógicas do texto


Pauta
1. Mensagem: “Vida de Professor”

2. Parte I: Coesão e Coerência (vídeo)

3. Parte II: Discussão da Unidade 19 (GT’s)
• Seção 1 – A noção de estilo e o objetivo da Estilística
Atividade 2 (p. 121) – GT1
Atividade 6 (p. 128) – GT2
• Seção 2 – Os elos coesivos
•  Atividade 8 (p. 138) – FORMADOR
Importante: Coesão Referencial: referência exofórica X referência endofórica
• Seção 3 – A progressão textual
•  Atividade 13 (p. 152) – GT3
•  Atividade 16 (p. 159) – GT4
• GT5 – Ampliando nossas referências (p. 54)
• GT6 – Ampliando nossas referências (p. 166)

4. Parte III
• Socialização dos Grupos de Trabalho
• Resumo das principais ideias (slides Unid. 19)

5. Parte IV – Discussão da Unidade 20 (slides Unid 20)
• Seção 1 – A lógica do(no) texto
 Acerte o nó (p. 182);
 Análise de imagem (p. 183)
 Atividade 4 (p.188) – Câmara Cascudo
• Seção 2 – A negação
 Atividade 9 (p. 200) – Snoopy e Woodstock
Importante: Ambiguidade
 Atividade 11 (p. 203)
• Seção 3 – Significados implícitos.
•  Atividade 19 (p. 220) – hiperônimo X hipônimo
•  Atividade 22 (p. 224)

6. Parte V – Avaliação da Oficina: comentários a respeito das atividades desenvolvidas.


Nessa oficina estudamos as principais ideias das Unidades 19 e 20. Discutimos a noção de estilo e os objetivos da Estilística, analizamos na prática a coesão referencial (referência exofórica x referência endofórica – anafórica e catafórica) e estudamos também a progressão textual (Unid. 19).


Formamos grupos de estudo para discutirmos os textos do “Ampliando nossas Referências” (p. 54 e 166). Posteriormente fizemos a socialização dos grupos.

Após essas discussões, estudamos alguns conceitos relevantes da Unidade 20 sobre a lógica do texto, a negação, ambiguidade e as relações semânticas de hiperônimo e hipônimo. Destacamos aqui o quanto foi gratificante lermos a atividade da p. 188, Touro e homem, do nosso artista potiguar Câmara Cascudo.

Avaliamos nossa oficina e solicitamos mais uma vez aos participantes que desenvolvessem os Avançando na Prática.


Oficinas IX - TP5 - Unidades 17 e 18

Data: 24/ 10/ 2009
Local: Escola Estadual Sólon Moura

TP5– Unidade 17: Estilística
TP5– Unidade 18: Coerência Textual



O Educador se eterniza
em cada ser que educa.
Paulo Freire




Pauta
1. Acolhida
2. Mensagem: “Ao Mestre com carinho”
3. Parte I: Relato de experiência (Avançando na prática)
4. Parte II : Discussão da Unidade 17 (slides Unid. 17)
• Seção 1 – A noção de estilo e o objetivo da Estilística
Atividade: Trem de ferro – Antonio Bandeira (vídeo musical Antonio Jobim) – p. 18
• Seção 2 – A Estilística do som e da palavra
Relembrando conceitos de: aliteração, assonância, rima, métrica, ritmo, onomatopéia, metáfora e metonímia.
• Seção 3 – A Estilística da frase e da enunciação.
 Recordando: Frase, Discurso direto X Discurso indireto
5. Parte III – Discussão da Unidade 18 (GT´s)
• Seção 1 – Continuidade dos sentidos
 Análise de textos verbais e não verbais;
 Atividade 4 (p. 77) – GT1
 Atividade 6 (p. 81) – GT2
• Seção 2 – A construção da coerência textual
 Atividade 10 (p. 89) – GT3
 Atividade 11 (p. 91) – GT4
• Seção 3 – As partes do todo.
•  Atividade 14 (p. 97) – GT5
•  Atividade 17 (p. 103) – GT6

6. Parte IV
• Socialização dos Grupos de Trabalho
• Resumo das principais ideias (slides Unid. 18)
7. Parte V – Avaliação da Oficina: comentários a respeito das atividades desenvolvidas.


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Encerramento da 1ª Etapa

Programação:

* Sessão Cinema: Narradores de Javé
* Café Literário com artistas da terra
Antonio Francisco
Margrete Freire
Nildo da Pedra Branca
Raimundo Antonio
Zilma
* Avaliação dos Encontros

Questões sobre o filme Narradores de Javé


1. Os moradores do Vale de Javé, no sertão baiano, veem a própria existência ameaçada quando ficam sabendo que no local será construída uma hidrelétrica. Desesperados, diante do fato, buscam uma saída? Que saída é essa? Comente.


2. Há em Javé muitas vozes (polifonia), pois cada um dos moradores é um narrador em potencial, e a sua maneira quer contribuir com a reconstrução da história daquele povoado. Como essa História se manteve viva?


3. À medida que o registro escrito foi sendo feito fica evidente a supremacia da escrita, pois a história só seria legitimada para a sociedade se posta no papel, através da escrita. O ex-carteiro não conseguiu escrever a versão de cada morador/narrador e por isso a história foi se distanciando da original, iniciada pelo fundador Indalécio. Uma história escrita não comporta várias versões. Deixemos, pois que o povo narre seus contos, e que aumente os pontos. Comente sobre a relação “oralidade x escrita”.


4. Que relação há entre a cena de Antonio Biá escrevendo as cartas mentirosas nos Correios e a cena em que ele se encontra enchendo lingüiça em sua casa?


5. Em Javé existem muitos espaços de produções de letramento e estes são carregados de vários efeitos de sentidos para a comunidade. Cabendo, ainda, rastrear um pouco das produções de situações letradas deste povoado, para provar que estes são letrados mesmo com baixo grau de escolarização e ou com nenhum nível de alfabetização. Descreva trechos de algumas cenas do filme que comprovem essa afirmativa.






terça-feira, 15 de setembro de 2009

Melhores Momentos



Concluímos os trabalhos da primeira etapa com o prazer da tarefa cumprida e a satisfação de reconhecer em cada participante a vontade verdadeira de mudar a educação através de suas ações.